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O Guia da Alimentação Brasileira

Publicado por Detox Market em 22/06/2017

O consumo de arroz, feijão, frutas, verduras e legumes vem caindo ao longo dos últimos anos, enquanto o consumo de alimentos ultraprocessados como bolachas, salgadinhos, embutidos e refrigerantes, vêem crescendo 40%. 

Segundo o Guia da Alimentação Brasileira de 2014, as principais doenças que hoje acometem os brasileiros deixaram de ser agudas e passaram a ser crônicas. 

O Brasil vem enfrentando aumento expressivo do sobrepeso e da obesidade em todas as faixas etárias, e as doenças crônicas são a principal causa de morte entre adultos. O excesso de peso acomete 1 em cada 2 adultos e 1 em cada 3 crianças brasileiras. Estas estatítiscas são altissimas para um país que no passado tinha como o seu maior problema a desnutrição.  

As doençãs crônicas não transmissiveis (DCNTs)  de maior impacto para a saúde do país são:

Doenças Cardiovasculares; Câncer; Diabetes Mellitus tipo 2; Doenças Respiratórias Crônicas.

Estes quatro grupos correspondem a cerca de 80% das DCNT e compartilham de fatores de risco comuns: uso do tabaco, atividade física inadequada, uso nocivo do álcool e dietas pobres. As DCNTs normalmente são de desenvolvimento lento e possuem etiologia múltipla.

Seus fatores de risco classificam-se em:

·     FATORES NÃO MODIFICÁVEIS: sexo, idade, herança genética, entre outros.

·     FATORES MODIFICÁVEIS ou COMPORTAMENTAIS: tabagismo, alimentação inadequada, inatividade física, consumo de álcool e outras drogas, entre outros.

Clique e faça o download do Guia da Aliementação Brasileira  

O Guia Alimentar para a População Brasileira apresenta um conjunto de informações e recomendações sobre alimentação que objetivam promover a saúde de pessoas, famílias e comunidades e da sociedade brasileira como um todo, hoje e no futuro.

O QUE VOCÊ ENCONTRA NO GUIA:

Capítulo 1: descreve os princípios que nortearam sua elaboração. Estes princípios justificam, de início, o tratamento abrangente dado à relação entre alimentação e saúde, levando em conta nutrientes, alimentos, combinações de alimentos, refeições e dimensões culturais e sociais das práticas alimentares.

Capítulo 2: enuncia recomendações gerais sobre a escolha de alimentos. Estas recomendações, consistentes com os princípios orientadores deste guia, propõem que alimentos in natura ou minimamente processados, em grande variedade e predominantemente de origem vegetal, sejam a base da alimentação.

Capítulo 3: traz orientações sobre como combinar alimentos na forma de refeições. Essas orientações se baseiam em refeições consumidas por uma parcela da população que ainda baseia sua alimentação em alimentos in natura ou minimamente processados e em preparações culinárias feitas com esses alimentos.

Capítulo 4: traz orientações sobre o ato de comer e a comensalidade, abordando as circunstâncias – tempo e foco, espaço e companhia – que influenciam o aproveitamento dos alimentos e o prazer proporcionado pela alimentação. 

Capítulo 5: examina fatores que podem ser obstáculos para a adesão das pessoas às recomendações deste guia – informação, oferta, custo, habilidades culinárias, tempo e publicidade – e propõe para sua superação a combinação de ações no plano pessoal e familiar e no plano do exercício da cidadania.

Além de ter uma leitura acessível para todos, a edição do guia é incrível, super ilustrada com muitas dicas de pratos regionais que usam como base de sua aliementação alimentos in natura e minimente processados. Não deixe de ler este material tão especial criado pelo governo.